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Mostrando postagens de Novembro, 2015

RAIZES DA ESPIRITUALIDADE

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As sabedorias mais profundas que originaram as tradições sagradas da África, da India e do Brasil possuem em comum uma conexão direta com a natureza e seus mistérios. Para estas sabedorias, os ecossistemas são portais da mais alta espiritualidade. Os deuses da África, do Brasil e da Índia são extensões do fogo, da terra, da água e do ar. São desdobramentos de um Mistérios Maior, que nos anima, que nos vivifica.
Por isso faço parte de um grupo que estuda e promove encontros de representantes de saberes ancestrais. Para também reunir Homem e Natureza em uma renovação de um entendimento mais apropriado nesta relação. Neste sentido, trazer a sabedoria védica ao Brasil, através de seu representante, Sri Tathata, para um encontro com a essencia da cultura ancestral desta terra e das Américas, é semear uma nova possibilidade de compreensão de uma espiritualidade que comunga com a Mãe Terra.

Sri Tathata nasceu no Kerala, sul da Índia. Muito jovem descobriu que viera ao mundo por uma causa supe…

Sri Tathata no Brasil

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Sri Tathata nasceu no Kerala, sul da Índia. Muito jovem descobriu que estava na Terra por uma causa superior. Começou sua ascese e as práticas yoguicas desde cedo e sua consciencia despertou para os níveis e planos superiores da vida.
Sua mensagem fala do novo Darma para a humanidade. Sua fala é inclusiva em termos do acolhimento e reconhecimento de todas as religiões como portadoras de uma missão sagrada, que é a espiritualização do ser humano.  Fala do respeito á diversidade e da valorização das raízes ancestrais em todos os sentidos.
No mes de novembro estará no Brasil, a convite do Instituto Arapoty e daUnipaz, em três estados: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. se reunirá com tradições indígenas, africanas, religiões ocidentais e movimentos espiritualistas. O propósito maior é difundir a paz de espírito e fortalecer a fé e a confiança em um mundo melhor.

A SABEDORIA ANCESTRAL DA ÍNDIA VEM AO BRASIL

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Sri Tathata é nativo do sul da India, na região do Kerala. Atualmente com 73 anos, mas desde criança iniciou sua missão de vida a partir das práticas e ensinamentos que recebeu de uma tradição milenar de seus país: a sabedoria védica.
Ele é um mestre autorealizado, ou seja, que já galgou todas as etapas de desenvolvimento interior em sua existencia. Reconhecido como um avatar.
Em 2014 estive em um congresso á convite de sua organização onde pude ver milhares de pessoas buscar a sua benção e reverenciar o seu trabalho espiritual. Além de indianos; pude conhecer franceses, italianos, americanos, ingleses e pessoas proeminentes da ONU, da UNESCO, da política da Índia e outros eminentes mestres de seu Pais.
Este encontro ao qual fui convidado era um momento dedicado á concentrar forças e emanar pedidos e orações de cura através de mantras e meditações pelo rito védico do fogo sagrado para o mundo inteiro. foram 13 dias de rezas, mantras, depoimentos, palestras e meditações. Milhares de c…

A presença do índio na Literatura

(enviado por Homero)

Ameaçada por grilagem de terras, desmatamento, garimpo, obras de governos e minada pela discriminação, a cultura dos povos indígenas brasileiros resiste (agora também) em forma de literatura e conquistando espaço no mercado editorial. Há uma boa safra de escritores indígenas dedicados à literatura infanto-juvenil e publicados por diversas editoras, inclusive grandes como Martins Fontes, Paulinas e FTD. O ano de 2011 deve terminar com pelo menos 19 títulos novos no mercado, entre os quais A cura da terra, de Eliane Potiguara, pela Global Editora, e Mondagará, de Rony Wasiry Guará, pela Saraiva.
Esse interesse se deve, em parte, à Lei 11.645, aprovada em 2008, que criou a obrigatoriedade de se tratar a temática indígena e afro-brasileira no currículo escolar brasileiro. Mas também é possível que nomes como Daniel Munduruku, Graça Graúna, Yaguarê Yamã e Olívio Jekupé estejam ganhando as prateleiras das livrarias do país graças a suas vendagens, turbinadas rec…

Índios são preparados para mercado de trabalho

Dourados vai iniciar nos próximos dias uma ação inédita: qualificação de mão-de-obra indígena para garantir trabalho aos índios das aldeias Bororó e Jaguapiru, que juntas formam a reserva indígena mais populosa do país. A iniciativa é do prefeito Murilo Zauith. Os cursos serão aplicados através do projeto Qualifica Dourados, que vai preparar também os trabalhadores da cidade.


Nesta quinta-feira, uma equipe da Semaic (Secretaria de Agricultura, Indústria e Comércio) permaneceu o dia na reserva preparando currículos de homens e mulheres indígenas interessados em entrar no mercado de trabalho formal.


A proposta de incluir os índios no programa partiu de uma decisão do prefeito. No entendimento de Murilo, a inserção dos índios no mercado de trabalho é um dos caminhos para contribuir com a melhoria das condições de vida na reserva indígena.

UM REITOR INDÍGENA

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2015/06/11 14h56  - Atualizado em 2015/06/11 14h56 Descendente de índios, professor roraimense E eleito reitor da UFRR Jefferson Fernandes Quer priorizar Investimentos na Educação Indígena.
He E O Primeiro roraimense eleito o parágrafo carga; eleição foi na quinta (5). Emily Costa Do G1 RR FACEBOOK

As Vozes da Ancestralidade estarão no Sesc

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Programa
A literatura indígena é considerada por alguns estudiosos um ”fenômeno” novo, conforme os meios que regem o sistema literário tal como conhecemos. Essa novidade é porque a literatura dita “indígena” é muito mais abrangente e significativa. Para os povos indígenas, ela é mais que textos escritos no papel. Nesse sentido, esta literatura existe desde o principio dos tempos, permeando as diversas faces e linguagens da milenar cultura indígena. A literatura encerra um discurso que permite a leitura do universo, do mundo e do outro. A literatura indígena fala, pois, do que dá origem e sentido ao ser e ao existir.

Além disso, a literatura indígena é parte das vozes ancestrais. O grafismo, os ritos, o canto e a dança, este multiforme discurso é parte indissolúvel na materialização da literatura indígena, que encontrou novos meios de se propagar no mundo atual, representado por integrantes dos povos indígenas em forma e livros.

O caminho percorrido por esta literatura, dentro e fora …