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Mostrando postagens de Janeiro, 2013

Um mundo melhor é possível

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Preparando guerreiros da paz

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Dançar para as Águas

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Nosso Planeta água

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Maracanã e Cabral

O Cabral quer encobrir o Brasil. o governador do Rio de Janeiro acha ridículo preservar a memória das raízes que fundaram o país, logo ali, perto do estádio que vai ser o palco mundial do futebol em 2014. Para o governador Sérgio Cabral, é melhor destruir a memória e fazer um estacionamento. Quando observamos os países anteriores que sediaram copas do mundo, da Europa, passando pela Ásia e até a África; foi comum presenciar a valorização da diversidade da cultura local, principalmente aquelas que originam suas respectivas nações. Mas sabemos que infelizmente a cultura indígena não é respeitada pelos homens de poder. É tido como um estorvo. Se fosse um prédio dedicado aos ingleses ou holandeses, é claro que eles iriam fazer ali um mega museu. Mas, afinal de contas, são somente índios.
E Cabral não gosta de índios.

Raoni e Megaron

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Muita gente diz que luta e defende a causa indígena. Muita gente diz que luta contra a construção da usina hidrelétrica de Belo Monte. Mas com certeza mesmo podemos citar duas pessoas que estão profundamente enraizados nestas questões: são o cacique Raoni, kaiapó, e o chefe Megaron, do povo txukarramãe. São líderes genuínos, nasceram e cresceram no Xingú. Aprenderam a falar português com os irmãos Villas Boas, que os viu crescer.Mas quando Raoni anda pelo mundo, chama mais a atenção pelo seu exotismo. Pelo seu grande botoque no lábio inferior. Na verdade são dois guerreiros sábios, que ás duras custas conheceram a realidade da sociedade não indígena e o longo jogo de exploração das riquezas minerais e botânicas da Terra. Eles merecem o nosso profundo respeito, pois á mais de quarenta anos lutam pela dignidade e pelo equilíbrio da floresta e da diversidade cultural de toda a região amazônica.

Roberto Crema e a cátedra tupy

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Roberto Crema introduziu na Unipaz a cátedra tupy. Seu objetivo foi elevar a tradição sagrada ancestral brasileira, cuja representação mais expressiva se encontra na tradição tupy, á condição de uma filosofia maior, com claro ênfase no desenvolvimento do ser.
A idéia veio desde 1997 quando Kaká Werá e Pierre Weill se encontraram em um congresso de naturologia em Florianópolis, por ocasiao da criação do curso de naturologia da Unisul, Universidade da região. Naquela ocasião Pierre conheceu através e Kaká Werá os princípios nortedores da cosmovisão tupy através da palestra de Kaká Werá, e anos depois Roberto Crema, com a referência da coordenadora da Unipaz do Rio de Janeiro, Maria da Glória, passa a propor o reconhecimento mais profundo deste saber ancestral.
A filosofia tupy é ao mesmo tempo primeva e contemporânea  pois já tem em seu bojo por exemplo, contribuições que conduzem á clara ideia e prática de sustentabilidade ecológica, econômica e social. Além disso seus princípios dire…

população indígena cresce

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Os índios no Brasil somam 896,9 mil pessoas, de 305 etnias, que falam 274 línguas indígenas, segundo dados do Censo 2010 divulgados nesta sexta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez que o órgão coleta informações sobre a etnia dos povos. O levantamento marca também a retomada da investigação sobre as línguas indígenas, parada por 60 anos.
Com base nos dados do Censo 2010, o IBGE revela que a população indígena no País cresceu 205% desde 1991, quando foi feito o primeiro levantamento no modelo atual. À época, os índios somavam 294 mil. O número chegou a 734 mil no Censo de 2000, 150% de aumento na comparação com 1991.
Reuters Crianças da tribo Paresi. Taxa de fecundidade das mulheres aumentou de 6,4 filhos para 5,8
A pesquisa mostra que, dos 896,9 mil índios do País, mais da metade (63,8%) vive em área rural. A situação é o inverso da de 2000, quando mais da metade estava em área urbana (52%). Na avaliação do IBGE, a explicação para o …

A arte lapida a alma

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A educação precisa resgatar o essencial na formação do ser humano, que é o sentimento de unidade com todas as manifestações de vida que se expressam sobre a sagrada Mãe Terra. E para isso é necessário a ferramenta da arte em todas as suas linguagens e a reconsideração da importância das sabedorias ancestrais. Pois as antigas culturas teceram valores mais próximos deste princípio. As antigas culturas deixaram memórias em relação á importância de nos percebermos como indivíduos únicos e ao mesmo tempo como parte de uma presença de vida maior, que respira e comunga da mesma origem e do mesmo destino.

MORENÀ

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Em janeiro retomaremos o projeto do espetáculo teatral MORENÁ. A peça teatral “Morená” apresentado pelo grupo de teatro do Ponto de Cultura Arapoty fala sobre a origem do ser humano a partir da cosmovisão do povo Kamaiura, que habita a região do parque nacional do Xingú. A trama se passa com o avô Vento contando para sua neta Brisa a história do romance entre uma lagoa ancestral e o Sol, que teria dado origem à vida do ser humano na terra. Mavutsinim, o espírito do Sol, encanta-se com a beleza de Morená, uma entidade mítica formada a partir da fusão da alma de uma deusa estelar com a de uma lagoa. Apaixonado, ele se transforma no primeiro homem, e faz dela uma mulher, tornando-se o primeiro casal humano na terra. No entanto Morená acaba atraindo a inimizade de Kanassan, um espírito sombrio que governava a penumbra e a noite ancestral.  A partir daí nasce uma rivalidade entre eles e muitas aventuras ocorrem, envolvendo os pássaros, os espíritos sombrios, o vento, as águas.  Toda a naturez…

cena de morená

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MORENÁ

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Minha história

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Na década de 1980 dediquei minha vida a ações sociais voluntárias com o povo guarani de São Paulo. Com o tempo e a experiência adquirida, elas evoluíram de um relacionamento de prestação de assistência e defesa de direitos humanos para o empreendedorismo social e a geração de renda e qualidade de vida em comunidades, atuando em regiões específicas do estado do Paraná e no litoral paulista. Foram ações envolvendo levantamento de necessidades em áreas indígenas com a participação e definição de prioridades realizadas pelas lideranças das aldeias,  e meu papel era de buscar apoio entre pessoas e instituições sensibilizadas com a causa e com a proposta não-assistencialista, mas com foco de gerar sustentabilidade. Neste processo tornei-me empreendedor social reconhecido pela Ashoka Empreendedores Sociais, uma fundação que apoia e colabora no aperfeiçoamento de ativistas desta natureza. No início dos anos de 1990, aprofundei o foco de minha relação com a cultura indígena para o aprendizado e…

Juntos para um mundo melhor

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