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Mostrando postagens de Junho, 2013

Orquestra Sinfônica Piccolo, da Alemanha, adapta obra de Kaká Werá

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A orquestra sinfônica Piccolo, formada por jovens estudantes da Alemanha, regida pelo maestro winfried Vogele, adaptou o Mito da Criação tupy-guarani, escrita por Kaká Werá; e realizou uma série de apresentações em São Paulo.
O projeto foi conduzido pela Associação Monte Azul, pelo Instituto Arapoty e teve a participação de jovens de Itapecerica da Serra e da Associação Monte Azul.
Na Alemanha a orquestra já se apresentou para mais de 10.000 pessoas e em São Paulo para mais de 2000 pessoas na região da zona sul da cidade.
O mito da Criação Tupy-Guarani é resultado de uma pesquisa em aldeias indígenas realizada por Kaká Werá na década de 80; na ocasião da adaptação para sinfonia ganhou uma versão escrita em português e alemão.
O encontro faz parte das comemorações do ano BRASIL-ALEMANHA e  da iniciativa das organizações envolvidas.  O principal propósito do espetáculo é levar a consciencia da necessidade de desenvolvimento de uma cultura de paz e de respeito á diversidade.
Em Itapece…

EU MAIOR - entrevista com Kaká Werá

Renasce a Embaixada dos Povos da Floresta

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A Embaixada dos Povos da Floresta, que exerceu papel importante nos anos 80 para defender os direitos dos índios no Brasil, vai retomar as atividades em São Paulo. O escritor e ambientalista Kaká Werá, homenageado com o Prêmio Trip Transformadores em 2010, fala sobre o assunto. O que é a embaixada?É formada por líderes indígenas históricos da Amazônia e do Mato Grosso, como Raoni e Álvaro Tucano. Ela teve um papel importante na Constituinte de 1988 para o índio conquistar a cidadania. Agora queremos focar em temas atuais, como o debate sobre o projeto de lei que pretende transferir o poder de demarcação das terras indígenas do Executivo para o Legislativo. Onde ela vai funcionar?A sede será em Itapecerica da Serra (Grande São Paulo), mas vamos promover eventos em São Paulo. Vamos fazer uma exposição e um seminário em agosto. Como será a exposição?Serão expostos trabalhos com foco em sustentabilidade, como o design de luminárias desenvolvido pelo Marcelo Rosenbaum com a tribo Yawanawá e …

A dança cura

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A dança não é só uma forma de entretenimento. A dança cura. Seja em roda, em fila, em agrupamentos diversos, ela nos contata com o ritmo, nos disponibiliza para a harmonia e exterioriza conflitos internos.
a dança é um instrumento de cura ancestral, todas as culturas milenares á utilizam para fins curativos e sagrados.
Põe em ação o corpo físico, elimina toxinas, vivifica as células, e requalifica a respiração.
No Brasil, temos várias tradições de dança. Uma delas é o toré, dos povos indígenas do nordeste, entre eles os kariri-xocó, os xucurú e os fulniô. Além dos benefícios da cura, o toré é o elo de conexão com o espírito e com as dimensões espirituais. Para a cultura ancestral do nordeste, representa a identidade coletiva de toda a região.

Banho de Floresta faz bem á saúde

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BANHO DE FLORESTA ESTIMULA AS CÉLULAS IMUNOLÓGICAS QUE COMBATEM O CÂNCER

A popular prática japonesa do “shinrin-yoku”, ou “Banho de Floresta”, foi introduzida em 1982 para encorajar um estilo de vida mais saudável. Atualmente Banho de Floresta se tornou uma reconhecida atividade de gerenciamento do estresse no Japão, e recentes estudos mostram que essa prática aumenta o vigor e reduz a ansiedade, depressão e raiva. Por baixar os níveis do hormônio do estresse, cortisol, ela diminui o risco de doenças relacionadas ao estresse.

Mas além disso, de acordo com o Professor Qing Li, da Escola de Medicina Nippon, em Tóquio, os passeios de Banho de Floresta aumentam em muito a atividade das nossas células imunológicas naturais que combatem o câncer. A seguir as dicas do Dr. Li para o Banho de Floresta:

1. Para tomar Banho de Floresta não é necessário que se faça um exercício físico intenso ou ficar fatigado. Em vez disso, a pessoa deve “desfrutar da floresta através dos cinco sentidos: o murmurar…

Ruralistas comandam o código florestal e expulsam índios

Em abril deste ano representantes indígenas de diversas regiões pressionaram a Cãmara dos Deputados em Brasília para a não formação de uma comissão que iria acolher a PEC 215, um projeto de lei que tira  da Presidencia da República, através do Ministério da Justiça e FUNAI, a responsabilidade sobre a questão de demarcação de Terras e põe nas mãos da Câmara; onde a maioria é notadamente ruralista.
O espaço que se utilização foi a Comissão Parlamentar para Questões Indígenas,presidida pelo Deputado Federal Padre Ton e tendo a vice-presidencia o Deputado Federal José Luis Penna.
Se acontecer de questões indígenas ficarem nas mãos dos parlamentares para resolver, é como se colocássemos a raposa para tomar conta das galinhas.
Além disso, a presidente Dilma quer que seja revista o modo como se demarca terra no país, colocando os estudos também nas mãos de instituições como Embrapa e organizações ligadas ao agro-negócio. Ou seja, há mais raposas para serem colocadas em outras portas da ques…