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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Nosso Planeta Água

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Somos Água

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Aldeia guarani kaiowá fala sobre suicídio

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Guarani Kaiowá mostra rio envenenado

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O córrego YPo i, principal fonte de água dos indígenas Guarani Kaiowá de YPo i, em Paranhos, divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraguai, foi envenenado. Em entrevista ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi), a comunidade afirma que o crime foi "uma ação deliberada dos proprietários das fazendas". Um vídeo com imagens do riacho contaminado, registrado por dois professores indígenas, foi publicado pelo conselho da Aty Guasu (assembleia dos Kaiowá e Guarani) na sexta-feira (16). Uma crosta de espuma branca se formou em toda a superfície da água, na manhã de quarta-feira, fechando totalmente o rio. "As crianças estavam tomando banho quando viram a espuma branca", contou um dos índios ao Cimi. "Ela tomou conta do córrego inteiro por dois dias". Os Guarani Kaiowá disseram ainda terem seguido a trilha do riacho até a fazenda, onde foram vistos dois tambores. "Não sabemos o que era. A gente foi pra tirar foto, mas fomos recebidos a bala. Começaram a atir…

Xingú é origem mitológica da humanidade

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Caciques da agropecuária pesquisam índios

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(fonte: Instituto Socioambiental)
Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acaba de divulgar os resultados de uma pesquisa encomendada ao Datafolha sobre povos indígenas. Disponível para consulta na internet (acesse aqui), o levantamento foi feito com um universo de 1.222 entrevistas em 32 aldeias com mais de 100 habitantes, abrangendo 20 etnias, que falam português. Com base somente nisso pretende apresentar um perfil dos indígenas no Brasil. A divulgação da pesquisa, cujas entrevistas foram realizadas entre 7 de junho e 11 de julho passados, foi feita exatamente no momento em que o conflito territorial entre índios e fazendeiros no Mato Grosso do Sul ganha as páginas dos jornais e a opinião pública. Pouca terra ou muita terra? Entre as conclusões da pesquisa, há a afirmação de que “a situação territorial também causa preocupação, mas não é o maior problema, como afirmado por ONGs, movimentos sociais e certa áreas de governo”. O argumento implícito é o de que, diante da…

Ditadura treinou índios para a tortura

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suicídio dos índios é resultado de álcool e abandono

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A livre circulação de bebidas alcoólicas e drogas nas aldeias indígenas, somada à falta de opções de estudo, trabalho e lazer para os jovens, são as principais causas de suicídios entre os índios Carajás no Tocantins, conforme lideranças reunidas em audiência pública nesta segunda-feira (12) na Comissão de Direitos Humanos (CDH).
Os suicídios de quatro jovens entre 14 e 17 anos nos dois primeiros meses do ano, além de outras seis tentativas no mesmo período e mais sete casos registrados em 2011, motivaram a realização do debate, proposto pelo senador Vicentinho Alves (PR-TO).
Ao falar aos senadores, Iwrarú Karajá, cacique da aldeia Watau, relatou as mudanças ocorridas na Ilha do Bananal desde que os jovens índios conheceram bebidas alcoólicas e drogas, revelando ainda a falta de fiscalização na região.


Indígenas cobram presença da Funai nas aldeias"Não tem controle da entrada de bebida alcoólica e droga dentro das aldeias. [Traficantes] entram à vontade, as aldeias estão dominadas…

O sol da verdade brilhará

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Veja não vê, não ouve, não aceita luta Kaiowá

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Professores Kaiowá e Guarani se posicionam sobre matéria da revista Veja  COMISSÃO DE PROFESSORES KAIOWÁ GUARANI SOBRE REPORTAGEM DA REVISTA VEJA
Ao contrário do que escreveram os jornalistas da Revista Veja, Leonardo Coutinho e Kalleo Coura, quem luta pelos territórios tradicionais é sim o povo Kaiowá e Guarani. Somos nós que estamos retomando nossos territórios antigos.
A matéria publicada foi racista, preconceituosa, discriminatória, estimulou o ódio contra os povos indígenas. Tenta desmotivar o nosso povo, ignora que nós temos língua própria, sentimento próprio, natureza própria. Não fala que a gente sabe o que a gente quer. Acaba colocando as pessoas contra nós, não a favor.
A revista Veja não está a serviço dos indígenas, nem dos mais pobres. Está a serviço de quem manda. Age com coronelismo. Parece estar a serviço de quem paga.
Os jornalistas precisam estudar mais um pouco. Conhecer o que é índio, o que é cultura, o que é tradição, o que é história, o que é lingua, o que é Bem …

Kaiowá quer demarcação urgente de suas terras

(agência de notícias Brasil)

Lideranças indígenas pediram hoje (1º) urgência na demarcação de terras da etnia Guarani Kaiowá. Elas participaram de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos do Senado. "Já ouvimos muito discurso bonito, recebemos cesta básica, mas isso não resolve. Queremos a demarcação do nosso território", afirmou o líder kaiowá Elizeu Lopes. Segundo ele, até agora, os povos indígenas só estão vendo os índios serem retirados das áreas que ocupam e não há sinais de quando vai começar a demarcação das terras. "Não aguentamos mais viver em baixo de uma lona preta, as crianças tomando água suja, sem ter condição de vida digna com nossas famílias. Os guaranis kaiowás vêm morrendo de atropelamento na beira da estrada, ataque de pistoleiro, muitos matando nossas lideranças. Não aguentamos mais isso", disse Elizeu. Outro ponto destacado pelos representantes guranis kaiowás foi a necessidade de apuração das mortes de líderes indígenas. A presidenta …

Kaiowá participa da Comissão de Direitos Humanos

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Lilian Venturini, de O Estado de S.Paulo



O líder indígena Eliseu Lopes Kaiowá criticou a lentidão com que os governos federal e estadual tratam a questão da demarcação de território para aldeias, durante audiência pública no Senado nesta quinta-feira, 1º. “Enquanto o governo está se organizando, nossa comunidade está morrendo”, afirmou. A Comissão de Direitos Humanos discute a situação dos índios guarani caiová, no Mato Grosso do Sul.
A disputa de terras entre a aldeia e fazendeiros ganhou repercussão após a divulgação de uma carta do grupo alertando autoridades sobre a intenção de resistirem “até a morte” à decisão judicial que os obriga a deixar uma área de 2 hectares. Ao todo, 170 índios que vivem na terra, localizada numa mata ilhada entre um charco e o leito do Rio Hovy, na divisa da Reserva Sassoró com a Fazenda Cambará, propriedade de 700 hectares, no sul de Mato Grosso do Sul.
A presença foi decretada ilegal e a aldeia, condenada a deixar o local. Nessa semana, a Justiça garan…