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Mostrando postagens de Agosto, 2012

Indios Zoró dão lição de sustentabilidade

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Eles vivem em 24 aldeias na região do município de Rondolândia (a 1.100 km de Cuiabá) e têm trabalhado em parceria com o projeto Pacto das Águas, da Petrobras, que apóia o manejo sustentável em comunidades indígenas e extrativistas.
A produção está só no começo. Os índios, por meio da Petrobras e da Associação do Povo Indígena Zoró (Apiz), aprenderam a utilizar o secador rotativo para beneficiar as castanhas. A máquina permite secar até 2,5 toneladas por dia.
Assim, as amêndoas ficam mais limpas, mais duráveis e menos úmidas. Tornam-se um produto mais viável para o fornecimento das empresas e cooperativas que o compram, as quais geralmente têm uma demanda de 700 toneladas ao ano.
Já a aquisição da máquina foi possível graças ao Projeto de Conservação e Uso Sustentável das Florestas do Noroeste do Mato Grosso, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (SEMA) e pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento no Brasil (PNUD/Brasil), segundo o Sindicat…

Alegria de compartilhar com amigos as vitórias

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Um mundo melhor é possível

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Somente a arte educa para a ação

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treinamento de guerreiros da paz

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A indignação

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A indignação pode nos levar para a agressividade. Se for uma agressividade sem sabedoria, sem a leitura do conjunto das situações, coisas e fatos que nos indignam, será uma violencia. e a violencia gera mais violencia. Mas se for uma agressividade imbuída de uma leitura profunda, com bastante acuidade, de tudo que tem gerado essa energia desastrosa, e se for canalizada para a busca de soluções através da transformação de um estado deletério dos fatos, situações e coisas; para um estado harmonioso e justo, é uma boa indignação. O importante é não ficarmos omissos, impotentes, desestruturados. Indignar-se é a dignidade interior querendo falar para o mundo exterior.

A ética da cidade

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A palavra política vem do grego e diz respeito á ética da cidade. A responsabilidade de manter uma ética na cidade é imensa. No entanto precisamos reencontrar uma ética profunda. Uma ética que contemple a verdade de que somos em essência desejosos do melhor para o individual e o coletivo. E o melhor é sempre  aquilo que consideramos verdadeiramente bom, honesto, sincero, lícito, claro, equilibrado, justo. Portanto, que desafio grande para um cidadão que se propõe a participar da organização e manutenção da ética na cidade! Esse desafio só é possível enfrentar se existe a disposição interior para correr o risco. E pedir sinceramente ao Grande Espírito que sopre e guie os passos do caminhante. Mas sobretudo se o coração é correto a ética será correta.

O caminho do guerreiro da paz

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No caminho do guerreiro da paz muitas vezes surgem trilhas que voce não quer atravessar pelo perigo que é. E voce tem que faze-lo justamente pelo perigo que é.

Reportagem mostra São Paulo indígena

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(o Estado de São Paulo)

O índio xavante Lúcio Waane Terowaa, de 33 anos, migrou para São Paulo há cinco anos vindo de uma tribo de Barra do Garças, em Mato Grosso. Chegou ao Itaim Paulista, na zona leste, para seguir os passos do mais famoso representante de sua etnia, o cacique Mário Juruna, eleito deputado constituinte em 1986, conhecido por gravar promessas suspeitas de políticos.

No ano passado, em São Paulo, Terowaa se lançou candidato a deputado estadual pelo PSL e teve 318 votos. Em vez do gravador, usa o Facebook como ferramenta política. Tem 910 amigos, com quem debate formas de criar uma aldeia "ecologicamente correta" e autossustentável, que sirva como modelo a ser replicado no Brasil, a partir de São Paulo. "Tenho amigos virtuais de 23 etnias só aqui na cidade. É uma das maiores diversidades do Brasil e por isso São Paulo é uma base importante para a política indígena."

As impressões do xavante são confirmadas pelo levantamento feito pela ONG Opção Brasi…