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Mostrando postagens de Outubro, 2011

Yoga Sem Fronteiras

O Yoga Sem Fronteiras nasceu de uma sincera intenção em compartilhar a vivência do Yoga em suas diferentes formas, expressões e possibilidades. São inúmeros os caminhos que a vida oferece para trilharmos a senda do autoconhecimento, no entanto, em essência, tudo é Um... Em 2011, o encontro acontecerá no Mosteiro São Bento (Casa Siloé), em Vinhedo, São Paulo, entre os dias 12 e 15 de novembro. A proposta este ano é a investigação e o aprofundamento do tema "Bhakti, a realização do Ser através do Amor". Serão quatro dias de atividades, práticas, palestras, apresentações, vivências e muito mais, com expoentes de diferentes áreas e tradições como Kaká Verá, Loka Saksi Dasa, Marco Schultz, Waldemar Falcão, entre outros. Recentemente, Professor Hermógenes, Maurício Bastos e Ana Rita Simonka também confirmaram presença! Para obter mais informações e fazer sua inscrição: www.simplesmenteyoga.com

AS QUATRO ECOLOGIAS

Olhando a história do ser humano na Terra, constata-se o quanto ele é nocivo á natureza e consequentemente á todos os reinos de vida.. Existe uma distorção muito antiga no modo de relacionamento do Homem com o lugar onde a abundância e diversidade se manifesta. Urge buscar a correção destas distorções. Para isso creio ser necessário refletirmos sobre quatro ecologias: 1. A ecologia do individuo: onde cabe o exercício da auto-observação das nossas poluições mentais e emocionais que nos causam visões e sentimentos baseados no medo, na arrogância, nas diversas maneiras de síndromes, na tristeza, no pessimismo, na fantasia, etc... 2. A ecolgia social: onde cabe o exercício de colaborarmos com as questões relativas ás desigualdades sociais, a sustentabilidade, e também com a qualidade dos nossos modos de nos relacionarmos. 3. A ecologia ambiental: onde temos o dever de preservar a diversidade biológica, de rever os nossos conceitos de utilização dos recursos naturais, e zelar pelo equilíb…

É preciso lembrar que o desmatamento avança

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Um milhão de árvores

Vale a pena conhecer a proposta do projeto PLANTANDO UM MILHÃO DE ÁRVORES. a idéia é mobilizar pessoas, instituições, grupos diversos, para uma campanha pelo Brasil com o objetivo de colaborar com a natureza através de mutirões ou iniciativas pessoais plantando árvores. Não é uma simples ação pontual. É uma ação para contribuir com o melhor futuro para as gerações vindouras. Deem uma ulhada: www.ummilhaodearvores.org.br

garimpo ilegal em terras yanomamis

De um lado, os garimpeiros ilegais, que desafiam a lei em busca de ouro. De outro, os donos da terra, os índios ianomâmi, que estão em pé de guerra. O Fantástico entra em uma região brasileira que é um campo minado, um barril de pólvora. De um lado, os garimpeiros ilegais, que desafiam a lei em busca de ouro. De outro, os donos da terra, os índios ianomâmi, que estão em pé de guerra. Obstinação de um lado. “Garimpeiro tem que ir, como a gente diz, na marra, na tora!”, diz o joalheiro José Lélis Sobrinho. E de outro, fúria. “Nós queremos não mais garimpeiros continuar na nossa terra”, defende o líder ianomâmi Arocona. No eldorado proibido no meio da selva, tudo o que reluz é confusão na certa. “Joia é fetiche, joia é glamour. Tem que ter ouro. Mesmo que venha de terra indígena, de qualquer lugar”, afirma o presidente do Sindicato dos Joalheiros, Ivan Colares. A alta do preço no mercado internacional está provocando uma nova corrida do ouro na terra indígena ianomâmi, em Roraima. …
RODRIGO VARGAS DE CUIABÁ Beneficiados com R$ 1,8 milhão em repasses federais nos últimos três anos, quatro postos de saúde mantidos pela Prefeitura de Dourados (220 km de Campo Grande) em aldeias das etnias guarani e caiuá estão em situação degradante, segundo o Ministério Público Federal em Mato Grosso do Sul, após inspeção realizada nos locais entre setembro e outubro. Segundo a Procuradoria, os postos das aldeias Bororó e Jaguapiru estão abandonados e não têm condição de atendimento. "Foi encontrado lixo hospitalar em banheiros, arquivos enferrujados, cadeiras rasgadas, portas sem maçanetas, janelas quebradas, salas de atendimento abarrotadas de caixas e com fios elétricos à mostra", diz a Procuradoria, em nota. Fotografias feitas durante a inspeção mostram mofo no teto, cômodos com muita sujeira pelo chão e uma fossa sem tampa. Em maio, segundo a Procuradoria, um dos postos chegou a ser interditado pela Vigilância Sanitária por falta de limpeza na caixa d'águ…