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Mostrando postagens de Julho, 2011

TEDxMataAtlântica - Kaká Werá - A philosophy of forests

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Kaká Werá entrevista

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Xingú

Os índios caiapó estão espalhados em aldeias dispersas ao longo dos rios Iriri, Bacajá, Fresco e de outros afluentes do rio Xingu, desenhando no Brasil Central um território que pode ser comparado ao da Áustria, praticamente recoberto pela floresta equatorial, com exceção da porção oriental, preenchida por algumas áreas de cerrado. - Cerca de 270 pessoas compõem os iudjá, segundo censo aplicado no ano de 2001.

Os integrantes da tribo são antigos habitantes das ilhas e penínsulas do Baixo e Médio Xingu.

Este povo está separado em dois grupos: os que vivem na região do Médio Xingu, na Terra Indígena Paquiçamba e em Altamira (Pará), e uma porção que se localiza no alto curso do mesmo rio, na área do Parque Indígena do Xingu (PIX) criado em 1961 no Estado do Mato Grosso.

Já os caiabi estão, em sua maioria, no parque indígena, onde se destacam pela prática de uma agricultura forte e diversificada, uma arte caracterizada por complexos padrões gráficos de inspiração mitológica e uma particip…

Cidadãos começam a assumir suas identidades culturais

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Uma procissão de índios americanos marchou pelas ruas da cidade de Nova York no início de maio, dançando ao som de tambores tribais. Eles vestiam coloridos trajes típicos, usavam cocares e dançavam em círculos, como dita o costume, ao longo de um parque.

Mas havia algo diferente a respeito dessa tribo, a Tlaxcala, e quando a música parou e a conversa recomeçou, a diferença ficou clara: eles falavam espanhol.

O evento era o Carnaval, uma tradição anual celebrada por tribos indígenas da terra que hoje representa o México. E, apesar de séculos de influência espanhola, os originários da região identificam-se por sua herança indígena.

Quando Fernando Meza é questionado sobre sua identidade, ele responde: "Sou índio". "Eles dizem: 'Mas você é mexicano?", conta Meza, um participante do desfile da tribo Tlaxcala. "E eu digo: 'Mas eu sou um índio??.

Meza representa uma das mudanças percebidas no censo de 2010, que mostrou uma explosão de pessoas de origem hisp…

Modernizar-se sem perder a identidade

Com cerca de 3 mil falantes, a língua waotededo, dos indígenas waodani da Amazônia equatoriana, é um dos idiomas ameaçados do mundo, mas que um programa de educação bilíngue que dá à comunidade ferramentas para enfrentar o mundo moderno pretende preservar.
Após uma viagem de dias de canoa, carro, a pé e em um pequeno avião, Samuel, Manuel, Gayaque e cerca de 20 estudantes chegam à aldeia amazônica de Toñampari para participar de um programa aprovado pela Universidade de Cuenca, no Equador, com o objetivo de preservar as culturas dos ancestrais.
Todos compartilham uma mesma língua, o waotededo, um dos 14 idiomas indígenas do país, mas dos quais oito correm o risco de se extinguir, segundo um estudo promovido pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) em 2010.
Apenas o quíchua se mantém forte, enquanto outras línguas indígenas vão se perdendo, como é o caso do zápara, que atualmente só é dominada por seis idosos, e o épera, um idioma do litoral do…