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Mostrando postagens de Setembro, 2010

Precisamos ajudar a acordar o Brasil

As águas e os ventos estão atuando no sul da país e muitos acham que são questões aleatórias e passageiras. Em São Paulo não existe mais as quatro estações. Acontecem todas em um mesmo dia. As pessoas estão dormindo acordadas. Políticos. Gestores. Gerentes. Diretores. Presidentes. Professores. Trabalhadores. Todos os tipos de profissões estão vivendo os seus papéis como se a vida fosse nada mais que estes papéis que representam.Embora existam atualmente economistas dizendo que não dá mais para separar economia de ecologia. Embora existam cientistas dizendo, além das imagens que vemos, que os polos derretem e as águas se elevam.
Primeiro foi um Tsunami, e não podemos fazer algo, apenas sentimos.
Aqui no Brasil foi o sul, e não fizemos nada porque moramos no sudeste, no norte, no oeste.
Depois será o nordeste, e não faremos nada porque não somos nordestinos.
Agora a metróple está um caos. E fizemos nada porque não moramos no caos.
Na verdade não fazemos nada porque ainda estamos embalad…

sobre a ancestralidade

Somos uma continuação de nossas raízes, somos o tronco, deixaremos frutos, que serão novas raízes e novos troncos e futuros frutos.
Assim como a Mãe Terra sustenta árvores, seres e todas as formas que vemos; o Grande Sol sustenta nosso espírito. A grande Lua sustenta nossa alma. Os nossos pais sustentaram nossa manifestação no mundo material. Nossos corpos trazem a memória deles. Também nossos avós e os avós de nossos avós iniciaram a nossa atual existência.
Devemos honrar este vínculo, este círculo, este sopro contínuo.
Honrar é agradecer.
Agradecer é fortalecer as raízes e libertar a essência amorosa que as iniciou, reconhecendo a fonte divina de onde tudo vem, tudo vai, em virtuoso círculo.

Devemos honrar as raízes

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As raízes são fundamentais para o divino fluir da existência. Sem raiz não existe árvore. Nossos pais e avós são nossas raízes, devemos honrá-los. A qualidade da energia que devotamos á eles retorna imediatamente á nós, pois fundamentaram nosso existir aqui agora. Muitas vezes, nos achamos injustiçados ou melhores que nossos antepassados e lhes negamos, e depois não entendemos porque nossas vidas não dão certo em determinados aspectos; como por exemplo nos relacionamentos e até mesmo no trabalho ou financeiramente. Existe um elo entre nós e nossas raízes, e ele pode estar bloqueado.

Mas também existe as raízes de uma nação, de um povo, de um país. As raízes do Brasil são os povos indígenas. Por isso o país deve respeitá-los, pois são a essência ancestral da nação, não importa se acham que são atrasados ou adiantados intelectual ou tecnologicamente, se possuem regras culturais esociais diferentes; devemos honrá-los pois fundamentam e nutrem a base da nação. assim também como devemos ho…

A oca-escola de Kaká Werá

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GILBERTO DIMENSTEIN
colunista da Folha de S.Paulo

O escritor Kaká Werá resolveu testar uma nova forma de ensinar a cultura indígena nas escolas: afastar os professores dos livros e fazê-los vivenciar mitos, cantos e danças dos índios num espaço que reproduz uma oca.
O espaço foi construído em Itapecerica de Serra, município vizinho a São Paulo, onde os professores estão sendo convidados a fazer uma imersão durante o final de semana. "Foi um dos jeitos que imaginamos de fazer com que os professores ensinem melhor, em sala de aula, os encantos da cultura indígena."Kaká Werá, 39, nasceu em Parelheiros, na periferia de São Paulo, onde ainda sobrevive um agrupamento de índios, e se transformou num educador para difundir valores universais da cultura indígena, como o respeito ao próximo, à natureza e ao conhecimento.
O que o motivou a abrir a oca-escola foram os livros didáticos. "Percebi que tudo sobre o índio, nos livros, aparecia no passado. O índio fazia aquilo, gostava daqu…

Minas Gerais reconhece mais uma etnia indígena

O Assessor Especial para Assuntos Indígenas do Governo Minas, Aílton Krenak, comemorou o reconhecimento dos Aranã, ocorrido no último dia 5, como mais um testemunho de que Minas - como sempre destaca o governador Aécio Neves - continua na vanguarda das grandes decisões nacionais. A audiência final que pôs um fim a uma luta de quase um século dos remanescente dos Aranã aconteceu em Belo Horizonte, no Ministério Público Federal, quando o Estado ganhou sua oitava etnia indígena.

Nos últimos dez anos, além do crescimento das etnias reconhecidas, também se registrou o aumento populacional das nações indígenas no Estado. Ao contrário de outras regiões do País, onde os conflitos e o preconceito permanecem. “Em Minas vigora a harmonia e, bem ao estilo das tradições mineiras, representa a vitória da superação, da luta, da liberdade e igualdade”, destaca Aílton Krenak.

Em Minas, antes dos Aranã, sete grupos já eram reconhecidos pela Funai: Xakriabá, Maxakali, Krenak, Pataxós, Pankararu, Xukuru-…

Educar para um mundo sem fronteiras

Começa nesta quarta-feira (8) e segue até a próxima sexta (10), o VIII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação, promovido pelo Sistema Fecomércio/Senac/Sesc, no Centro de Convenções, em Olinda. O presidente da Fecomércio, Josias Albuquerque, faz a cerimônia de abertura às 14h30. Em seguida, quem sobe ao palco do Teatro Guararapes é o teólogo Leonardo Boff para realizar a conferência magna intituladada de “Educar para a sustentabilidade”.


A educação como premissa para a formação de um cidadão voltado para o mundo será o mote para as discussões deste ano no evento, que já se solidificou como um dos maiores do Brasil na área educacional, trazendo nesta oitava edição o tema “Educação Para um Mundo Sem Fronteiras”, fomento para debates entre os mais de 3,3 mil participantes inscritos.

O congresso contará ainda com 30 palestrantes do Brasil, Finlândia, Escócia e Portugal, entre os quais figura o paulista Celso Antunes – autor de mais de 240 livros didáticos e sobre educação – e o…

Independência dos Brasis

Aquela imagem do príncipe brandindo a espada diante das margens do rio Ipiranga, dirigindo-se aos ventos, bradando liberdade e independência, não representa verdadeiramente a própria, registrada historicamente em um sete de setembro.
Em diversas Estados do nordeste, como Pernambuco, Maranhão, e Bahia, os conflitos eram freqüentes e graves, muitos heróis verdadeiros e anônimos morreram.
Quase um ano depois deste setembro fatídico, a Bahia, no dia 2 de julho, através de muita luta dos caboclos, dos diversos matizes de brasis, conquistava a verdadeira independência, cheia de dor e sofrimento, mas que uniu a diversidade mestiça brasileira: Índios, negros, mestiços. Mulheres guerreiras como Maria Quitéria, que, contrariando o pai se alista no exército brasileiro e defende a tenra pátria.
O Brasil verdadeiro era povoado de mestiços, índios e negros; sendo que a maioria eram escravos. De uma população de 3 milhões e meio de pessoas, somente um quinto eram brancos.
Na independência de ment…